Mais uma HQ do Google

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google_hqO maior site de buscas da internet ataca novamente. Dessa vez, com uma webcomic muito legal, tentando ensinar as pessoas a usar, para melhorar a visibilidade de seus produtos, as ferramentas de divulgação do próprio Google: AdWords, links patrocinados, Orkut e YouTube.

O Senhor Calvino está com problemas em sua loja de brinquedos e não sabe o que fazer para alavancar as vendas no Dia das Crianças… desesperado, ele começa a espionar a concorrência e desenvolve um “Plano Secreto” a partir das informações que consegue.

A HQ é muito legal, tem um estilo de ilustração super divertido e é bastante didática. Além disso, ainda conta com algumas partes onde o leitor pode interagir, clicando na estorinha para ver mais informações.

Clique aqui para ler a HQ.

Já é a terceira vez que o Google faz uso dos quadrinhos para se comunicar. A primeira, quando lançou o Google Chrome; a segunda, ao divulgar a nova funcionalidade de tradução no GMail. E agora, esta. Em todas elas, estilos, abordagens e autores muito diferentes. Será que vem mais por ai?

Tempest

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Quem me conhece sabe que eu não sou de ficar comprando quadrinhos toda vez que passo perto de uma banca. Aliás, acompanho muito pouco as reviravoltas quinzenais das grandes editoras, Marvel e DC, e tenho procurado títulos menos “blockbusters” (nada contra, por favor). Ultimamente tenho acompanhado alguns títulos de Mangá (porque todos têm um prazo de validade). As HQs americanas seguem eternamente e a gente fica escravo das bancas…..

Bom, eis que estava eu andando despretensiosamente pela livraria atrás de algo diferente quando vi, numa prateleira de liquidações, um encadernado de bolso do Flash Gordon por míseros R$2. Eu não podia perder!! Fui procurando por mais preciosidades do mesmo valor mas não encontrei nada…. só um mangá estranho, Tempest. Também por 2 merréis. Olhei na última página e me interessei quando li “Fim”. Volume único! Vou levar.

Que grata surpresa. Depois fiquei sabendo que o trabalho do Senno Knife é todo nessa linha, mas até então não o conhecia. No Mangá encontrei 7 histórias adaptadas de clássicos da lietratura. Todas com um olhar muito pessoal do autor, mas também sem perder a essência do original. Knife toma diversas liberdades no decorrer das estórias, adicionando toques de erotismo e mais. Contudo, não deixa de ser fiel às tramas, com direito a detalhadas pesquisas de vestuário e arquitetura das épocas em que se passam os contos.

Senno Knife é um mestre em adaptar histórias da literatura para o seu universo erotizado. Contos de fadas, peças de teatro, relatos eróticos, Knife utiliza os clássicos como base para suas perversões.

Fonte: Conrad

Em “Tempest” há adaptações de Shakespeare (é, inclusive, este conto que dá nome à obra – “Tempestade”), Victo Hugo (“A Cigana de Notre Dame”, uma adaptação de “O Corcunda de Notre Dame”), os irmãos Grimm, Masoch (“A Vênus das Peles”), Hans Christian Andersen e mais. Impressionante. Os desenhos são lindos e as releituras são muito interessantes, tanto para quem conhece as obras originais como para quem nunca teve contato com elas antes.

Fazendo uma breve pesquisa, vi também que ele tem um outro livro só de adaptações, com destaque para obras do Marquês de Sade. É o próximo que vou procurar em uma livraria, com certeza.

Google Chrome – Polêmica e HQ

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Tá, é notícia velha, mas eu não tinha falado nisso ainda e acho importante não deixar passar em branco.

O Google Finalmente lançou seu navegador, com várias inovações e algumas vantagens sobre seus maiores concorrentes. Na minha opinião, a briga fica entre Firefox e Internet Explorer, com o browser da raposa ganhando mais terreno e usuários felizes a cada dia. O Safari, da Apple, apesar de bonito, não se mostrou ainda uma alternativa à altura – pelo menos, não em máquinas que rodam Windows.

Mas o Chrome – navegador do Google – ganhou notoriedade não apenas por sua elevada inteligência de proteção de dados e navegação rápida que não ocupa a memória da máquina. O primeiro Contrato de Utilização do Software que vinha com o arquivo de instalação assim que era feito o download (e que todo mundo aceita sem ler) obrigava o usuário a ceder de forma vitalícia, irrestrita, irrevogável e completamente os direitos autorais sobre qualquer conteúdo publicado na web através do navegador, em “uma licença irrevogável, perpétua, mundial, isenta de royalties e não exclusiva para reproduzir, adaptar, modificar, traduzir, publicar”. For ever and ever and ever.

Muita gente falou, protestou, chorou e esperneou. Várias “Teorias da Conspiração” apareceram e o Google “admitiu seu erro”, pediu desculpas e mudou o referido contrato, dizendo que “Você retém direitos autorais e quaisquer outros direitos que já possui sobre Conteúdo enviado, publicado ou reproduzido em ou por Serviços” logo no começo do artigo.

No final das contas, eu fiz o download do software mas ainda não comecei a usar. Então, ainda não tenho uma opinião formada sobre a revolução que causará (ou não) na web e sua potencial ameaça aos navegadores reinantes.

Mas o que mais me chamou a atenção em meio a tudo isso foi a forma que o Google escolheu para divulgar o programa e suas funcionalidades: uma História em Quadrinhos, feita por Scott McCloud. Não é uma obra-prima, mas cumpre seu papel. Muito bem, aliás. E mostra que HQ e Publicidade podem dar um caldo e tanto.

Garfield minus Garfield

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Quem imaginaria que quando o Garfield fosse removido de suas próprias tiras, o resultado seria uma tirinha ainda melhor, sobre esquizofrenia, distúrbio bipolar e o desespero vazio da vida moderna?

Esse site é no mínimo interessante. Vale conferir. O camarada removeu o Garfield de suas próprias tiras!!! O resultado é até engraçado algumas vezes mas, em outras, perde completamente o sentido.

Tirinhas atualizadas diariamente. Clique na imagem ou aqui.

Dica enviada por e-mail pelo Faoza.

Meu nome é Yo!

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Mais um mangá para a nossa coleção de análises! Apesar de ter quase 20 anos desde sua primeira publicação (em 1989), só chegou às minhas mãos no ano passado.

Escrito pelo consagrado mestre Kazuo Koike, também autor do clássico Lobo Solitário, Crying Freeman  conta a história de  um assassino espetacular. Treinado nas mais variadas formas de matar e perito em artes marciais e toda a sorte de armas, o jovem Yo Hinomura derrama lágrimas sempre que conclui uma missão. Ele não gosta de tirar a vida das pessoas, mas fica sob efeito hipnótico que só cessa quando dá cabo de sua vítma, o que o deixa muito triste. Esse fato tão peculiar é que dá o nome à trama, já que ele chora (Crying) e deseja ser livre (Freeman, que por isso é seu codenome na organização chinesa à qual pertence), sem jamais poder.

A trama é muito envolvente e Koike abusa (com louvor!) de um artifício que já é bem conhecido dos fãs de Lobo Solitário: os flashbacks e os reveses na trama.  Para ter uma idéia, só ficamos sabendo da história de Yo na terceira edição do mangá!
Com muita ação, política e até amor (por que não?), Crying Freeman é considerado uma obra-prima. Tanto que ganhou uma versão cinematográfica em 1995, dirigida por Christophe Gans. Dizem que é inferior ao mangá (como a maioria das adaptações sempre é), mas isso eu direi quando assistir. De qualquer forma, você pode ter uma prévia clicando aqui.

O Mangá é magistralmente ilustrado por Ryoichi Ikegami,  o mesmo  de  Sanctuary. As ilustrações seguem o mesmo estilo fotográfico e de traços limpos.

Ah, é!!! A análise que eu fiquei devendo!!!

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Liberdade a Qualquer Custo!

Caaaara, que cabeça a minha!!! Nem estava lembrando mais! Já li e devolvi a revista (e li várias outras!!!) e ainda não comentei aqui… lamentável…

Eh bien… vamos lá. É bem provável que eu gere algumas polêmicas com o que vou escrever. Por isso, se você pensa que Frank Miller é Deus, pare de ler este post aqui.

Leia o restante deste post…

Lançamento: Revista OVERGROUND

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overground.gif

Saudações a todos. A revista Overground é uma publicação independente. Ela está à disposição no FIQ 2007, em Belo Horizonte, no estande AD & Art. A primeira edição conta com duas histórias e uma galeria de ilustrações.

SINOPSE

felicidade.gifFELICIDADE conta a história de um dia na vida de um homem que pode fazer com que tudo vire do avesso. Frente a essa nova situação, ele toma uma decisão drástica. Contudo, como tudo tem que dar errado, ele não consegue atingir seu objetivo.

ninfetas.gif AS NINFETAS ASSASSINAS são um grupo de habilidosas assassinas mercenárias. Elas matam por dinheiro e sob encomenda, levando o “serviço” até as últimas conseqüências. O bando, composto por Jane – a pistoleira, Pérola Negra – a espadachim, e Ruth – franco-atiradora, não perde uma vítima.

Se houvesse uma palavra para definir essa edição, seria desejo.

Para adquirir a revista, vá ao FIQ e visite o estande AD & ART. Poste nos comentários o que você achou da revista.

Sanctuary

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post sanctuary

Saudações!

Como prometido, o post sobre uma de minhas leituras da vez (não passou da mai-noite, então ainda estou dentro do prazo!).

Sanctuary é um mangá policial escrito por Sho Fumimura e ilustrado por Ryoichi Ikegami.
Devo confessar que eu demorei bastante a ouvir falar desse mangá. Só tomei conhecimento há alguns meses, e mesmo então demorei a ler. Comecei a me interessar muito pelas ilustrações das capas (como várias vezes acontece) e resolvi ver do que se tratava.

Hojo
As ilustrações são simplesmente fantásticas. Ao mesmo tempo, realistas e estilizadas; detalhadas e sintéticas (controverso, não?). Já me explico.

Os veículos, as armas, pras roupas, os prédios, cenários e a anatomia dos personagens; tudo isso é preciso, de um realismo quase fotográfico. Em compensação, ós rostos e a expressões dos personagens são feitas em poucos – mas suficientes – traços. Ao contrário de mutos mangás e HQs famosos, os rostos não são parecidos uns com os outros; são limpos e sem detalhes em demasia. Pois bem, explicados os paradoxos, prossigamos.

O roteiro também não fica atrás. Muito bem amarrado, com reviravoltas a todo momento. Várias mini-tramas que possuem clímaxes e resoluções individuais compõem a obra como um todo. Isso faz com que o enredo principal fique ainda mais interessante.

Por fim, recomendo a leitura. Eu comprei a primeira edição e estou louco pra saber o que acontece em seguida!

Bom, depois comentarei mais uma obra ilustrada pelo Ikegami, mas dessa vez escrita pelo mestre dos mestres, Kazuo Koike (co-autor de Lobo Solitário, clássico da década de 70 que inspirou muitos autores posteriores): Crying Freeman.

Liberdade a Qualquer Custo!

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Saudações a todos! Long time no see, huh?

Essa semana comecei a ler Liberdade a qualquer custo, do inigualável Frank Miller. Apesar da seqüência já ter saído pela Dark Horse, Martha Washington dies, só agora tive acesso a essa excelente história, graças ao meu amigo Bê José.

”Liberdade: A Qualquer Custo” é um dos trabalhos resultantes de um processo de “humanização” dos quadrinhos do começo da década de 90.

Como ainda estou no começo, não posso fazer uma análise mais crítica. Mas ela virá quando eu terminar minha leitura. Aliás, recomendo.